• Ana Carolina Rocha

Consórcio vale a pena?

Entenda mais sobre essa modalidade de financiamento, utilizada para adquirir bens e serviços



Já ouvir falar no termo consórcio? A prática é muito conhecida no Brasil e, certamente, você deve ter conhecido alguém que recorreu a ele para obter um carro, um dos produtos mais buscados nesta modalidade de financiamento.


Mas, na prática, o que é o consórcio?


É a reunião de pessoas ou empresas em um grupo, promovida por uma administradora de consórcio, com o intuito de adquirir bens ou serviços por meio de autofinanciamento. Regulamentada pelo Banco Central, a prática nasceu em 1962. Como ela funciona: mensalmente, os integrantes do consórcio pagam determinada quantia à administradora do consórcio. Este montante, somado aos pagamentos dos outros participantes, equivale ao valor do produto/serviço desejado pelo grupo. Assim, a cada mês, um integrante é sorteado e recebe o produto/serviço. Esse processo se repete todo mês até que o último integrante seja contemplado.


Parece simples e vantajoso, não é mesmo? O problema é que desde a sua criação até os dias atuais o consórcio foi tornando-se cada vez mais popular, o que fez com que novas regras e novos custos fossem incorporados. E hoje esses custos são tão altos que tornam o produto nada vantajoso.


Um exemplo significativo é a alta taxa de administração cobrada, que corresponde, em média, a 16% do valor total pago por cada membro. Com essas taxas, o consórcio deixa de fazer sentido.


Considere a seguinte simulação: consórcio de 72 meses, com parcelas mensais de R$ 510 para a aquisição de um carro de R$ 30 mil. Multiplicando 510 por 72, teremos o valor final de R$ 36.720. Repare que os juros que recebe do seu investimento são inferiores à taxa que o banco cobra para administrar, por isso, você paga, no total, mais do que o valor do próprio bem.


Para ter uma ideia mais clara, o consórcio só é interessante para poucos sortudos. Em um consórcio de 72 meses, só os contemplados até o 27º mês saem ganhando. Para chegar a esse resultado, considerei que os mesmos valores pagos nas parcelas fossem aplicados em um CDB com 95% do CDI. A partir do 28º mês, se o comprador desse como entrada o valor acumulado no CDB e financiado o restante a uma taxa de 2% ao mês, estaria em situação mais vantajosa.


Por isso, ainda que o consórcio pareça atrativo, é preciso analisar com bastante cautela se ele é vantajoso para a sua realidade. Afinal, há outras formas de conquistar os seus desejos. Basta organizar-se financeiramente e controlar as suas despesas. Sabemos que muitas vezes isso não é fácil, mas é possível!


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Outra alternativa é buscar um empréstimo consignado que conta com taxas mais competitivas do que as cobradas num consórcio para conquistar o seu tão sonhado carro, por exemplo. Clique aqui e saiba mais:


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