• Michael Alexsander

Felicidade ou Desespero, o que esperar ao Aposentar

Os aposentados tendem a ser mais otimistas e ter uma visão positiva da vida em relação aos trabalhadores ativos, muitas vezes, estressados, segundo pesquisas. O resultado ganha mais significado quando comprovado o aumento contínuo da expectativa de vida.


Há uma percepção popular de que a aposentadoria pode ser a chave para a felicidade. Há pesquisas conflitantes sobre o assunto, no entanto, os especialistas dizem que a solução pode se resumir em uma única palavra: Atividade.



A questão é: os aposentados são mais felizes de fato?


Em conversas analíticas travadas com diversos aposentados, percebeu-se um padrão de lembrança do passado através de lentes coloridas.


No cérebro dos aposentados, havia fortes conexões entre as regiões de processamento da emoção e aquelas conhecidas por serem importantes para a formação bem-sucedida de memórias, particularmente durante o processamento de informações positivas. As mesmas conexões fortes não foram encontradas para os participantes trabalhadores.


Tem ficado claro que ser aposentado pode levar ao otimismo. Em uma dinâmica recente, trabalhadores e aposentados viram rostos 3D retratando raiva, medo, felicidade e tristeza. A tecnologia de leitura facial e rastreamento ocular, revelou que os participantes trabalhadores focaram nos rostos que expressavam medo e tristeza, enquanto os aposentados focaram nos rostos felizes, evitando os irritados.


Todas essas dinâmicas, estudos e pesquisas que abordam a felicidade, quase sempre, travam um embate entre jovens e idosos, para saber quem é mais feliz. Todos eles estão chegando à mesma conclusão: que à medida que a expectativa de vida de uma pessoa diminui, ela se concentra no que a faz se sentir bem no hoje, em vez de focar no negativo ou deixar para ser feliz amanhã.


A aposentadoria pode trazer mais alegria à medida que o aposentado fica mais à vontade consigo mesmo e com seu papel na sociedade. Assim eles relatam que estão aproveitando mais o tempo com a família, investem mais o tempo em hobbies, em segurança financeira, menos estresse, mais tempo para viajar e fazer trabalho voluntário.


Outra linha de estudos apontam que Aposentados são infelizes


Existe uma linha de estudos que declaram: "A noção de que os aposentados são mais felizes é enganosa". O engano está em comparar trabalhadores com aposentados como se tivessem a mesma renda, a mesma saúde, vida familiar e ciclos sociais.


Quando se leva em consideração o fato de que os aposentados têm renda mais baixa do que quando trabalhava, são menos saudáveis ​​e têm maior probabilidade de viverem sozinhas, então os aposentados são menos felizes.


À medida que as pessoas envelhecem, sua saúde diminui e os ciclos sociais se fecham (conforme os colegas morrem), o que pode tornar os aposentados e idosos menos felizes.


Aposentado tem que ter Atividade


A escolha de se manter ativo ou cair na depressão, é parcialmente moldada pela época em que a pessoa nasceu. Por exemplo, para os nascidos nos anos 1900, a depressão diminuía com a aposentadoria, enquanto a atividade aumentava. Já as pessoas nascidas pouco antes da Segunda Guerra Mundial eram mais propensas a dizer que são muito ativas em comparação com os primeiros baby boomers.


A felicidade na aposentadoria pode se resumir a: como o aposentado compara seu momento atual de vida ao momento passado, quando trabalhava. Os aposentados que se adaptam melhor às mudanças são os que apresentam os níveis mais elevados de felicidade esperados.


Apesar das descobertas conflitantes sobre aposentadoria e felicidade, a boa notícia é que não parece haver um limite para a felicidade que uma pessoa pode alcançar na vida ao se manter em atividade.


A maioria dos trabalhadores esperam a felicidade ao se aposentarem, por isso deixo aqui minha última mensagem: Esteja em atividade sempre, que a felicidade vem!


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